São reflexões colocadas pela psicóloga Dra. Roseana Cardoso Saraiva, responsável pela Clínica Psicológica do SINCAB, para orientar e facilitar o dia-a-dia das pessoas.

Durante a  maior parte de nossa vida, as palavras que mais escutamos são para nos reprimir e nos causar medo. Crescemos meio às altas expectativas parentais e uma educação que nos torna submissos. Quando adultos, esperam que sejamos destemidos, que corramos atrás dos sonhos e tenhamos sucesso. Crianças amedrontadas podem se tornar adultos destemidos, confiantes e com autonomia? Fica difícil, não é mesmo?

E aí nos resta superar  conflitos infantis, nos levando a passar boa parte de nossas vidas tentando isso. Muitas vezes, sem sucesso ou vivendo em uma gangorra emocional e profissional, a maior parte do tempo.

Sensação de fracasso, incompetência e a infelicidade nos ronda. Aí a Psiquiatria e a indústria farmacêutica nos “arrumou” uma desculpa: depressão!. Porque, atualmente ficar triste, decepcionado e inseguro, tem remédio, literalmente. Fica mais fácil do que entrar em um processo de reflexão, lidar com a angústia e mudar de atitude. Antidepressivo resolve tudo! Será?

A boa e velha psicoterapia/análise, perderam seu lugar para as “facilidades” de terapias alternativas (cristais, florais, Reiki, etc...) e mesmo os antidepressivos foram supervalorizados superreceitados, que mais alienam o sujeito do que levam a uma libertação dos seus conflitos.

Cada conduta tem seu valor, mas é preciso agir com cautela e saber escolher qual a cura que buscamos. Se desejamos um paliativo ou queremos um encontro com nós mesmos. Sair do sofrimento não é fácil, mas quando emergimos de nós mesmo o prazer que isto causa não tem “prozac” que substitua. 

 

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