SINCAB

Na manhã desta sexta-feira, 10 de novembro, o SINCAB em unidade com as centrais sindicais, participou do Dia Nacional de Mobilização.

Em São Paulo, cerca de 20 mil pessoas, entre trabalhadores, sindicalistas, dirigentes e representantes de movimentos sociais e da sociedade civil, se reuniram na Praça da Sé para manifestar sua indignação em relação à nova lei trabalhista (que entra em vigor amanhã), contra o desmonte da Previdência e contra a tentativa do governo de alterar o conceito e a fiscalização do trabalho escravo.

Redução das despesas acontecerá em Claro, Net e Embratel. Começa "agressiva" em 2018, e se estenderá até 2020, conforme CEO da América Móvil, Daniel Hajj.

A Claro Brasil se prepara para ampliar o corte de custos a partir de 2018. O plano da companhia é reduzir gastos em diversas áreas, ganhando eficiência operacional. A redução de despesas será feita paulatinamente, até 2020. A estratégia foi revelada em conferência de resultados, com analistas, realizada nesta quarta-feira, 25, pelo CEO do grupo América Móvil, dono da Claro, Daniel Hajj.

De volume muito menor que o da Telefônica, proposta poderá rever R$ 250 milhões em multas na maioria à Embratel, à Claro e à Net.

aprovação do termo de ajustamento de conduta (TAC) da Telefônica Brasil pelo Tribunal de Contas da União (TCU) serviu de incentivo para que outras operadoras já se movimentassem para recorrer ao mesmo expediente junto à Anatel. A próxima deve ser a Claro Brasil, dona de Claro, Embratel e Net.

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Sistemas de Televisão por Assinatura e Serviços Especiais de Telecomunicações (SINCAB), entendendo que este seja o retorno à barbárie, é contrária à portaria publicada pelo Ministério do Trabalho que estabelece novas regras dificultando a fiscalização e a punição de empregadores flagrados submetendo trabalhadores ao trabalho escravo ou condições análogas.

Tal ato agride a civilização, intriga, incomoda, melindra e molesta o mundo do trabalho na sua condição humana.

Governo diz que aumento da carga tributária será 'pequeno' e serve para adequar leis à norma federal

SÃO PAULO - O prefeito João Doria (PSDB) enviou um projeto de lei à Câmara Municipal incluindo uma série de serviços na lista de atividades que devem recolher o Imposto Sobre Serviço (ISS). Entre eles, a "disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio e vídeo" - o chamado streaming, usado por empresas como Netflix e Spotify.

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