O que começou com grupos e cordões carnavalescos há cem anos, com instrumentos de sopro e nenhuma preocupação em seguir regulamentos, está de volta hoje, no sambódromo do Anhembi.

Os desfiles de Carnaval estão mais comerciais e grandiosos, mas ainda levam muito da tradição sambista do paulistano.

Apesar de as escolas mais tradicionais serem dos anos 1960, a própria Prefeitura de São Paulo, em seu material oficial, encampa a tese de que o Carnaval de São Paulo chegou ao seu centenário.

Programação

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A data é comemorada a partir da fundação da escola Camisa Verde e Branco, que está no Grupo de Acesso, e que começou como Grupo Carnavalesco da Barra Funda.

Hoje, quando a Leandro de Itaquera abrir o desfile do Grupo Especial, às 23h15, é o profissionalismo, com uma certa tradição, que vale.

A escola da zona leste é a única a cantar a Copa do Mundo deste ano.

A história também estará na avenida com a quase centenária Vai-Vai. A escola preta e branca, que também surgiu como um cordão nos anos 1930, defenderá o enredo sobre os 50 anos da cidade de Paulínia, no interior paulista.

Pela ordem, Rosas de Ouro, sempre favorita, X-9 Paulistana, Dragões da Real, que tem surpreendido positivamente nos últimos anos, e Acadêmicos do Tucuruvi vão se apresentar entre a Leandro e a Vai-Vai.

A última escola a entrar na avenida será a Tom Maior, que tem a Camisa Verde e Branco como madrinha.

A má notícia é que deve chover em alguns momentos durante a noite e madrugada.
Mais de 80% dos ingressos do Carnaval paulistano foram vendidos, mas ainda dá tempo de garantir um lugar.

Os ingressos, que custam a partir de R$ 90, serão comercializados apenas na bilheteria do Anhembi.

 

 

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