Trabalho e Emprego

Nem bem começou a valer a reforma trabalhista e já estamos tendo resultados apavorantes no aumento do desemprego na indústria paulista. Quase 10 mil trabalhadores - somente em junho - sentiram na pele os efeitos de uma economia em recessão e as conseqüências de uma reforma trabalhista, que já foi sancionada e começa a fazer novas vítimas no mercado de trabalho. Ainda sob efeito da perversa engenharia que gerou as novas normas trabalhistas e que foram feitas na calada da noite por empresários inescrupulosos e um governo decadente, sem a participação da sociedade, o povo começa a acordar de um pesadelo que sepultou as leis trabalhistas no Brasil e trouxe de volta a escravidão no trabalho.

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Tem sido cada vez mais freqüente o enxugamento de funcionários nas agências bancárias de todo o país. Os bancos alegam que estão fazendo adequações nos seus quadros funcionais e para isso estão abrindo PDVs e incentivando aposentadorias.

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Já se passaram 129 anos desde que a escravidão foi abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea em 13 de maio de 1888, pela princesa Isabel. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, constituindo a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior. Empresas submetem trabalhadores a condições análogas à de escravidão, praticando dumping social, situação em que uma empresa se beneficia dos custos baixos do trabalho precário para praticar a concorrência desleal e aumentar substancialmente os lucros.

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Mais uma vez a reforma trabalhista lança incertezas sobre a vida de milhões de trabalhadores que não terão garantias futuras na hora em que for contratado pelas empresas para cumprir uma jornada de trabalho. Se já não bastasse a carnificina que parlamentares e o governo estão cometendo em cima de milhões de pessoas com a retirada de direitos e a inclusão da jornada intermitente de trabalho, agora eles querem também ampliar, ainda mais, o leque de possibilidades para outros setores da indústria.

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A grande jogada que está por trás da reforma trabalhista, além de retirar direitos já adquiridos dos trabalhadores, é justamente à de fragilizar os sindicatos para que o empresariado sufoque cada vez mais a classe trabalhadora brasileira. É decepcionante ver deputados e senadores eleitos pelo povo entregarem de bandeja a cabeça de seus eleitores sem nenhum constrangimento, para empresários inescrupulosos que só visam o bem-estar de suas contas bancárias.

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